Quinta, 18 de outubro de 201818/10/2018
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FESTIVAL DE INVERNO
Festival de Inverno abriu inscrições para eventos e oficinas
No ano em que completa 51 anos, o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes será realizado entre os dias 6 e 22 de julho.
Portal Carnaval Ouro Preto Ouro Preto - MG
Postada em 11/04/2018 ás 21h12 - atualizada em 11/04/2018 ás 22h00
Festival de Inverno abriu inscrições para eventos e oficinas

Festival de Inverno abriu inscrições para eventos e oficinas

Neste ano, o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes será realizado de 6 a 22 de julho. Para este período, estão previstos eventos, oficinas e diversas outras atividades em Ouro Preto, Mariana e João Monlevade.

 

A partir do edital, divulgado nesta segunda-feira (2), a equipe de curadores avaliará as propostas de apresentações, exposições, intervenções, exibições, oficinas e mesas de debates. Ruas, praças e edificações históricas, entre outros espaços, serão abraçados por artistas, grupos, instituições e inúmeros profissionais com trabalhos em diferentes linguagens.

 

As inscrições podem ser feitas por e-mail até o dia 29 deste mês e a previsão é que o resultado saia até 30 de maio. O cronograma prevê um mês para que os curadores fechem a seleção e a programação – mais tempo que na edição passada, quando o edital foi publicado somente em maio. “A alteração nos prazos foi feita para facilitar o trabalho de todos os envolvidos no festival – artistas, equipe organizadora, comunicação, produção etc. A antecedência é fundamental para um trabalho organizado e com mais prazos para todos”, afirma Flaviano Silva, coordenador desta edição.

 

EDITAL – Poderão se inscrever profissionais, grupos, companhias e produtoras envolvidas com produção artística e cultural, inscritos no CNPJ, cujos estatutos ou contratos sociais contemplem a realização de atividades artísticas. Candidatos podem inscrever até três propostas em duas modalidades: oficinas e eventos.

 

Para eventos, são oferecidas as categorias de espaços abertos e fechados. Na primeira categoria, cujas atividades poderão acontecer em praças, ruas e adros de igrejas, entre outros espaços, os selecionados terão opção de ajuda de custo de até R$ 1.000,00, sendo que o valor deverá ser definido pelo proponente no momento da inscrição. A segunda categoria é para espaços fechados, como teatros, centros culturais ou galerias. O espaço será escolhido pelo proponente dentro das opções propostas pelo edital e de acordo com o público. Tais eventos terão ajuda de custo mínima garantida de R$ 1.000,00.

 

Já os proponentes de oficinas não escolhem os locais neste momento. Isso será definido pela organização após a seleção das propostas. O material das oficinas, que será fornecido pela organização do Festival, deve ser informado no momento da inscrição. Para os oficineiros, é reservado o valor de R$ 50,00 por hora/aula.

 

HOMENAGEM – Neste ano, o Festival vai relembrar o Tropicalismo, movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa, do cantor-compositor Tom Zé e da banda Mutantes. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais.

 

O pró-reitor adjunto de Extensão, Wilson Pereira, conta que o legado desses artistas foi um dos aspectos que levou a organização do Festival a fazer essa homenagem. “Eles influenciaram e ainda influenciam novos artistas brasileiros. Além disso, grandes nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Gal Costa estão na ativa até hoje. Isso merece ser homenageado e lembrado durante o Festival”. Os 50 anos comemorados pelo Festival é pelo aniversário do álbum “Tropicalia ou Panis et Circencis”, lançado por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé, acompanhados dos poetas Capinam e Torquato Neto, e do maestro Rogério Duprat, em julho de 1968.

 

Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. A música brasileira pós-bossa nova e a definição da “qualidade musical” no país estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas. Contra essas tendências, o grupo baiano e seus colaboradores procuraram universalizar a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial, como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica.

 

Saiba mais no festivaldeinverno.ufop.br.

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FONTE: http://www.festivaldeinverno.ufop.br/