Serão mais de 2000 foliões, curtindo o melhor do carnaval 2012 e tudo regado a muita bebida e as melhores atrações, veja só o que vai rolar. Bloco da Forca
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BLOCOS DO CARNAVAL 2012
* As informações sobre os blocos serão adicionadas a medida que forem publicas pelos organizadores.
Bloco da Forca
Concentração:21 de Fevereiro de 2012 - Terça-feira - Último dia de carnaval
Local:Ainda não definido.
Bebidas:30.000 garrafas de Ice Vodka, 15.000 litros de Chopp, água.
* informações sujeitas a alterações a qualquer momento, devendo ser confirmadas com os organizadores do bloco. Atualizadas em 29.01.2012.
História dos Blocos
Embora os abadás sejam hoje a principal atração do
Carnaval de Ouro Preto, a festa nas ladeiras da cidade nem sempre foi assim. Um
dos principais representantes da tradição do Carnaval ouropretano é a ala Zé
Pereira dos Lacaios. Hoje, o clube é parte da cultura local, graças a um
português chamado José Nogueira Paredes, residente no Rio de Janeiro na época
do Império. Decidido a participar da folia carioca, em 1846 ele abriu o
primeiro dia de Carnaval desfilando pelas ruas do centro. Diz a lenda que, por
ser muito gordo, não conseguia carregar a caixa que tocava, contando com a
ajuda de dois homens.
A idéia agradou e atrás do novo bloco passaram a
seguir uma turma de foliões e músicos, responsáveis pela abertura da festa. Em
1867, a novidade foi transferida para Ouro Preto junto com seu fundador, que
veio trabalhar no Palácio do Governo. Nascia o Bloco Zé Pereira Clube dos
Lacaios, organizado por funcionários do Palácio. O nome Lacaios é uma
referência aos colegas puxa-sacos e seus fraques, cartolas e lanternas, que se
tornaram marca registrada do bloco ouropretano. O bloco tem atualmente cerca de 50 membros e a
filiação é quase hereditária. Através do tempo, mantém suas características
originais, como a batida de seus catitões e cariás (grandes bonecos e pequenos
diabinhos, com lanças que tiram faíscas do calçamento). Os três bonecos mais
tradicionais (Zé Pereira, uma Baiana e um catitão) foram feitos na
década de 60.
Outro bloco tradicional do Carnaval de Ouro Preto é a BAFO (Bandalheira
Folclórica Ouro-Pretana). Há vinte anos, foi criada a banda carnavalesca
denominada Bandalheira. Os participantes saem vestidos de calça preta, camisa
branca, penico esmaltado na cabeça, um rolo de papel higiênico na cintura e
marcham pelas ruas em ritmo militar acelerado. É preciso ter fôlego, a
Bandalheira percorre todo centro histórico. Bem humorada, visita o batalhão de
Corpo de Bombeiros, onde toca para os oficiais.
História do Bloco do caixão
A história começou quando o primeiro caixão foi feito, em janeiro de 1966, para o enterro simbólico da República Necrotério, na casa da Rua padre Rolim, afetada pelo desmoronamento.
Um grupo de Moradores da república, naquele dia, la pelas altas horas da noite, resolveu sair as ruas batendo garrafas, fazendo a maior algazarra. bem na frente do cortejo, quatro moradores conduziam um caixão de verdade enfeitado por um pano colorido. Nesse dia todos estavam vestidos de terno e gravata. Durante o enterro, Nelson Chabam, Wladimir Santos e o caixão foram presos. O caixão nunca foi liberado.
Entre 1967 e 1968, foi feita a boate da República na sua nova e atual sede e para inauguração foi feita, pela primeira vez, a cobertura de preto do caixão, que só servia de enfeite para a boate. Na década de 70, o caixão passou a ser usado como alegoria dos moradores que saiam batendo em latas e alguns instrummentos após o baile de aniversário da Escola de Minas durante as comemorações da festa do doze.
A primeira vez que o Bloco do caixão saiu as ruas durante o carnaval foi 1976. Ma sfoi somente na década de 80 que o Bloco teve sua carreira alavancada, por um morador que se chamava Makrrão, mas seus integrantes saiam sem se fantasiar. A partir da década de 90, o bloco passou a sair pelas ruas de ouro Preto com seus integrantes caracterizados com as camisa pretas e suas caverinhas. Hoje sua poderosa bateria é constituída pelos integrantes da República necrotério, repúblicas amigas e pessoas que tem instrumentos e entram no Bloco durante o desfile. Sequindo sua trajetória, o Bloco ganhou a projeção e contou com mais e mais foliões, sempre se concentrando em frente à República Necrotério para então partir para o desfile pelas ruas de Ouro Preto. Em 2005 o bloco transferiu sua concentração para a praça da UFOP, tornando-se o maior com 3500 foliões uniformizados. Em 2006 foram realizadas duas grandes festas em comemoração aos 30 anos. Em 2007, 2008 e 2009 o bloco reunião 5000 foliões na Praça de UFOP.
O Bloco do Caixão é o mais tradicinal bloco estudantil universitário de Ouro Preto. Foi criado pela República Necrotério em 1976 como brincadeira de carnaval, entre os amigos. Hoje, leva pelas ladeiras históricas de Ouro Preto uma multidão que acompanha o desfile do Bloco do Caixão ao som do tradicional repique da bateria.
História do Bloco da Forca
O Bloco da Forca nasceu da amizade entre as repúblicas Calamidade Pública, Partenon e Taranóia, que em busca de um evento diferente no carnaval de Ouro Preto idealizaram um bloco carnavalesco.
Logo, no ano de 2008 foi criado o Bloco da Forca, um novo conceito de bloco para abalar as ruas históricas de Ouro Preto, saindo da mesmice da cerveja, inovando com bebidas da melhor qualidade: Chopp e Ice Vodka liberados para os foliões, acompanhados de variadas atrações.
O bloco foi um sucesso, contou em sua estréria com a BATERIA OS POSSUÍDOS, BANDA DE AXÉ e DJ RHOMMEL. E encerrou a terça-feira de Carnaval do ano de 2008 com chave de ouro!
Em 2009 o Bloco da Forca esteve ainda maior, melhor organizado e com atrações imperdíveis. Contamos com o sucesso da BATERIA TREME TERRA, MC BIJU e DJ RHOMMEL. 4000 litros de Chopp Itaipava e 7000 garrafas de Syn Lemon Ice.
No Espaço Minas Folia, um espaço novo, construido especialmente para receber festas desse porte.
Em 2010 o Bloco Bombou, 6 MIL litros de Chopp Itaipava e 10 MIL garrafas de Syn Lemon Ice, atrações já consagradas como a
BATERIA DO TREME-TERRA E OS OUSADOS quebrando tudo além da melhor estrutura do carnaval ouropretano.
História do bloco da Praia
O Bloco da Praia surgiu no ano de 2000 a partir da idéia de nove repúblicas situadas na Praia do Circo de organizar um bloco carnavalesco com o objetivo de desfilar pelas ladeiras do centro histórico de Ouro Preto atrás do som da bateria ritmada do bloco, daí a origem do nome Bloco da Praia. Inicialmente, o bloco concentrava-se em uma das repúblicas organizadoras em uma festa com cerca de 600 foliões. Ao longo desses 10 anos e, devido ao grande sucesso, o bloco cresceu e hoje recebe mais de 5.000 foliões.
Pensando sempre em agradar e trazer as melhores atrações para os foliões do Bloco da Praia, já se apresentaram nomes como Mc’s Leozinho, Sapão, Catra, Marcinho e Mágico e bandas de axé como Chicafé e Água de Fogo, entre outros. O Bloco da Praia é um dos maiores do carnaval de Ouro Preto. Em 2011, o bloco completará 11 anos fazendo a alegria dos foliões que vem de várias partes do Brasil festejar o tradicional carnaval da cidade.
Temos como objetivo, a cada ano que passa, realizar um evento de qualidade, trazendo atrações de nome reconhecido, disponibilizando segurança para os participantes de modo a promover o nome do Bloco da Praia, bem como da cidade de Ouro Preto.
História do Bloco Pirata
A origem do atual Bloco Pirata remonta ao carnaval de 1984, ano marcado pela campanha de redemocratização do Estado Brasileiro que, por duas décadas, suprimiu e limitou direitos civis e políticos de seu povo, no período chamado de Ditadura Militar.
Foi diante do novo quadro que se apresentava, de transição política, com a convocação do Congresso Nacional para as eleições indiretas para presidente da república que no ano de 1985, e sob influência do movimento “Diretas Já”, que estudantes moradores da República Estudantil Nau Sem Rumo, acompanhados de alguns amigos, desfilaram nas ruas de Ouro Preto naquele carnaval – no então “Bloco Eleitoral Diretas e Retas”. Valendo-se da irreverência carnavalesca, trajavam fantasias inspiradas em uniformes dos antigos grupos escolares – nas cores azul marinho e branca – e carregavam faixas à moda de manifestações populares com alusões às eleições presidenciais, satirizando o diminuto colégio eleitoral e protestando a favor do sufrágio universal.
A experiência fluiu tão bem que em 1985, ano das eleições presidenciais, o Bloco voltou às ruas levando consigo a alegria do carnaval e a indignação do povo brasileiro.
Em 1986, passado o decisivo momento eleitoral brasileiro, os moradores da república estudantil resolveram reestruturar o bloco caricato. Desta vez buscaram inspiração no nome de sua república – Nau Sem Rumo – para idealizar o “Bloco do Pirata Maluquinho”, contando sempre com a ajuda de amigos. Criaram modelos de fantasias de piratas para todos os participantes foliões, desfilando uma multidão de piratas por Ouro Preto e estandartes – nas cores preta, vermelha e branca – e organizaram uma bateria com instrumentos de percussão, com as quais voltaram às ruas ouro-pretanas para se divertirem.
No ano de 1987, mantendo suas características, o bloco teve seu nome simplificado para “Bloco do Pirata”, e, posteriormente, para “Bloco Pirata” – que é o nome atual.
Hoje com uma grandiosa e alucinada bateria, constituída pelos integrantes da República Nau Sem Rumo, Ouro-Pretanos e amigos que tem instrumentos e entram no Bloco e fazem as ladeiras tremerem no carnaval, além disso, os personagens Peter-pan, Sininho, Wendy, Lithrou John, o temível capitão Gancho e é claro o Jacaré vem para embarcar nesta folia sem fim. O Bloco sempre se concentrando na quadra da República Nau Sem Rumo para então partir para o desfile pelas ruas de Ouro Preto, onde ganha mais e mais foliões que participam da festa até a Praça Tiradentes.
O Bloco do Pirata é um dos mais tradicionais blocos estudantis universitário de Ouro Preto. Foi criado pela República Nau Sem Rumo em 1985 como uma forma de protesto irreverente e pacífica contra a repressão política. Hoje leva pelas ladeiras históricas de Ouro Preto uma multidão de foliões que acompanha o desfile do Bloco Pirata ao som do tradicional batuque da bateria.
História do Bloco Cabrobró
A cidade de Ouro Preto tem como tradição há várias décadas o desfile de blocos carnavalescos tradicionais como várias outras cidades do Brasil. Os blocos surgiam como agremiações onde se desfilava pelas ruas no carnaval tocando instrumentos e seus adeptos e foliões seguiam pelas ruas se divertindo. Em Ouro Preto os estudantes também se apegaram a este costume cultural da cidade e formaram suas próprias agremiações, e foi nesse clima que surgiu da união de estudantes da UFOP o Bloco Cabrobró. O Bloco nasceu no ano 2000 reunido por seis casas de estudantes. No início o bloco só reunia os moradores mais os seus amigos que vinham passar o carnaval da cidade, e todos saiam com uma bateria de escola de samba desfilando pela cidade. Já no segundo ano com a vinda de mais turistas para a cidade novos adeptos se juntaram ao segundo desfile do Bloco Cabrobró.
Realizado tradicionalmente aos domingos de carnaval em Ouro Preto, o Bloco Cabrobró surgiu como um bloco estudantil universitário com desfile de bateria pelas ruas de Ouro Preto. Desde 2001 o bloco vem ganhando mais foliões que vem curitr o carnaval na cidade. Hoje o bloco tem o formato de um show artistico fechado com atrações que vão do axé ao pop rock. Cabrobró já vem meu bem, atrás da fumaça desse trem!!!
História do Bloco K-Lango Doido
Quatro repúblicas estudantis de Ouro Preto, ANTARES, CAVERNA, MASMORRA e TIRA MÁGOA, se uniram para organizar um bloco de carnaval que permitisse uma maior confraternização entre os estudantes da UFOP, a população ouro-pretana e turistas de todo o país. Para isso o bloco tinha que ser bom, divertido e principalmente precisava ter um preço acessível, ponto falho de quase todos os blocos até então. Estava fundado o BLOCO K-LANGO DOIDO.
A primeira edição, realizada em 2008 no largo Marília de Dirceu, teve como objetivo apresentar o novo bloco ao carnaval de Ouro Preto. Essa meta foi atingida e 1200 pessoas curtiram aquele sábado de carnaval ao som de muito axé e com muita cerveja.
Depois do sucesso de seu ano de estréia, o K-lango Doido se uniu a três outros blocos para construir o “Minas Folia”, um espaço especialmente estruturado para receber os blocos e oferecer aos foliões uma festa com o máximo de comodidade e segurança possível. Ao debut do Minas Folia, em 2009, compareceram 1500 foliões que aproveitaram a festa, sempre com muita cerveja e com a presença da frenética bateria G.R.E.S. Treme Terra.
História do Bloco Ourô Pirô
Desde sua criação, em 1997, o Farofa Carioca vem fazendo um estilo musical acima de qualquer descrição. Misturando vários ritmos, como funk, jongo, rock, jazz, rap, reggae, xote e, principalmente, samba, o Farofa Carioca traduz em música o traço mais marcante da cultura brasileira: a combinação de influências diversas, que forma um gênero democrático, irreverente e original.
Um suingue contagiante e letras que falam da realidade do Brasil, ingredientes de uma mistura irresistível e bem brasileira: este é o Farofa Carioca.
Com o intuito de permitir uma confraternização entre os estudantes da UFOP, população ouro-pretana e turistas de todo país, surgiu o BLOCO OURÔ PIRÔ, organizado por 5 repúblicas estudantis. O Bloco faz parte do tradicional carnaval de Ouro Preto há sete anos, com uma média de 2500 foliões por edição.
História do Bloco Baú da Xita
A União de cinco Repúblicas Estudantis (Repúblicas: Alcatéia, Cêkisabi, Favela, Os Bartira, Sua Mãe) de Ouro Preto-MG, reconhecidas pela organização de vários eventos.
A VELA TA NO SACO (700 pessoas), a festa do BAFÔMETRO (700 pessoas), Arraial Universitário (2000 pessoas), Calourada Unificada da UFOP ( 6000 pessoas), exemplificam a força e experiência desse grupo de repúblicas no tocante a organização de eventos para o público Universitário.
RESUMO:
Na antiga Vila Rica, o Bloco Zé Pereira é a maior tradição de Ouro
Preto. Tem mais de 130 anos e foi fundado pelos lacaios, empregados do
Palácio do Governador. As principais alegorias são os bonecos com mais
de dois metros de altura.
Os blocos chamados independentes são: a Bandalheira, que satiriza os
tempos da ditadura militar, unindo doutores, pedreiros, operários e
estudantes; o Cordão Banjo de Prata, fundado em 1934, e que revive o
clima dos carnavais da década de 20; e o Balanço da Cobra que tem um
boneco que dá nome ao bloco e também satiriza os políticos.
O Bloco da Diretoria surgiu da amizade de um grupo de estudantes
nascidos em Ouro Preto e que são chamados de nativos. Foi esse grupo
que decidiu fundar o bloco em 1993. O símbolo é a gravata. Tem ainda os
blocos Funerária, Vermelho & Branco e Conspirados.